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Georges Chikoti e Bartolomeu Dias no banco dos réus por peculato e burla, Supremo marca instrução contraditória para a próxima semana
Foto: Novo Jornal
O antigo ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Pinto Chikoti, e o empresário Bartolomeu Dias, proprietário do Grupo Bartolomeu Dias, vão comparecer na próxima terça-feira, dia 06, perante o Supremo Tribunal de Justiça para a fase de instrução contraditória do processo-crime 04/26. Segundo informações veiculadas pelo Novo Jornal, os dois arguidos enfrentam acusações do Ministério Público (MP) por crimes distintos: peculato para Georges Chikoti e burla para Bartolomeu Dias.
As Acusações do Ministério Público
No âmbito do processo-crime 04/26, o Ministério Público formalizou acusações contra as duas figuras. Georges Chikoti, que serviu como ministro das Relações Exteriores de Angola entre 2010 e 2017, é acusado do crime de peculato. Por sua vez, o empresário Bartolomeu Dias, conhecido por ser o fundador e proprietário de um dos maiores conglomerados empresariais privados do País, o Grupo Bartolomeu Dias, é acusado do crime de burla.
A Fase de Instrução Contraditória
A comparência dos arguidos na próxima terça-feira marca o início da fase de instrução contraditória. Esta etapa processual, conforme explicado, não constitui um julgamento em si, mas sim um momento crucial onde os arguidos têm a oportunidade de apresentar os seus argumentos e as respectivas provas de defesa. O objectivo principal desta fase é permitir que o juiz responsável pelo processo avalie os elementos apresentados e decida se existem fundamentos suficientes para que o processo-crime avance para a fase de julgamento.
Perfis dos Arguidos
Georges Rebelo Pinto Chikoti é uma figura proeminente na política angolana, tendo ocupado a pasta de ministro das Relações Exteriores durante um período de sete anos, entre 2010 e 2017. Já Bartolomeu Dias é um nome reconhecido no panorama empresarial angolano, sendo o fundador e líder do Grupo Bartolomeu Dias, um dos mais significativos conglomerados empresariais privados de Angola.
Fonte: Novo Jornal — leia a notícia original.
Texto elaborado com apoio de inteligência artificial a partir de informação publicada por Novo Jornal.
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