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SOJA não arreda o pé e reafirma continuidade da greve no sector da Justiça
Foto: Novo Jornal
Segundo reportagem do Novo Jornal, o Sindicato dos Oficiais de Justiça de Angola (SOJA) reafirmou a continuidade da greve no sector da Justiça, alegando que as principais reivindicações da classe permanecem sem respostas concretas. O sindicato acusa ainda a entidade patronal de recorrer a intimidações, embora a paralisação mantenha uma adesão expressiva.
A Persistência da Greve e as Acusações de Intimidação
Denílson Duro, porta-voz do SOJA, informou ao Novo Jornal que, apesar das pressões e alegadas intimidações por parte da entidade patronal, a greve continua a registar uma adesão significativa, estimada em 80% dos profissionais. O sindicalista sublinhou a determinação dos oficiais de justiça em manter a paralisação até que as suas exigências sejam atendidas. A entidade patronal em questão não foi especificamente nomeada na notícia, mas a referência é clara ao empregador dos oficiais de justiça.
Duro declarou:
"Apesar das intimidações, a greve tem uma adesão de 80%."
A persistência da greve, mesmo perante as alegadas tácticas de intimidação, demonstra a firmeza do SOJA em procurar soluções para as preocupações da classe, que, segundo o sindicato, não têm recebido a devida atenção por parte das autoridades competentes.
As Reivindicações Prioritárias do SOJA
O SOJA apresentou um total de quatro pontos que considera prioritários para a classe, mas a notícia do Novo Jornal detalhou apenas um deles. Denílson Duro destacou a necessidade de um Concurso Público Interno que abranja todos os candidatos que reúnam os requisitos exigidos para a progressão na carreira, sem excepções.
O porta-voz do sindicato defendeu que:
"Quem tem os requisitos para progredir na carreira deve ter a oportunidade de ser admitido."
Esta reivindicação específica aponta para a importância da meritocracia e da igualdade de oportunidades no avanço profissional dentro do sector da Justiça, garantindo que todos os oficiais de justiça qualificados tenham a possibilidade de ascender nas suas carreiras. As restantes três reivindicações principais do SOJA não foram especificadas na reportagem.
Fonte: Novo Jornal — leia a notícia original.
Texto elaborado com apoio de inteligência artificial a partir de informação publicada por Novo Jornal.
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