Empresas & Negócios
Virgínia Epalanga entra no agronegócio com investimento de mais de 14 hectares no Bengo
Foto: OPaís
A empresária Virgínia Epalanga está a expandir as suas actividades para o sector agrícola, com a criação da Fazenda “FRAIS”, uma propriedade de mais de 14 hectares dedicada à produção de verduras e legumes na província do Bengo, segundo reporta o jornal OPaís. Este movimento representa uma aposta estratégica na diversificação e expansão dos seus negócios em Angola.
A Nova Aposta da Empresária
Virgínia Epalanga, já reconhecida pela sua actuação nas áreas da educação, gestão e consultoria estratégica de negócios, nomeadamente pela implementação do Método DEL, reforça agora a sua presença no sector produtivo. A Fazenda “FRAIS” é o veículo para esta nova fase, combinando a sua vasta experiência empresarial com o investimento directo na agricultura.
A decisão de entrar no agronegócio surge na sequência de uma recente viagem estratégica que a empresária realizou pela África do Sul, Dubai e China. Nestes mercados, Epalanga teve a oportunidade de contactar com diversos modelos de negócios e identificar novas oportunidades de investimento, o que a levou a considerar o sector agrícola como uma área de grande potencial para a sua estratégia de crescimento e diversificação em Angola.
Estratégia de Diversificação e Eficiência
Para Virgínia Epalanga, o agronegócio é um pilar fundamental para a diversificação económica e a expansão dos seus empreendimentos no país. A Fazenda “FRAIS” simboliza a fusão entre o conhecimento adquirido na gestão empresarial e a prática da produção agrícola. A empresária pretende aplicar os princípios de organização, estrutura financeira e eficiência que caracterizam a sua trajectória profissional à actividade produtiva da fazenda.
Contexto Económico Nacional
A iniciativa da empresária surge num momento crucial para Angola, onde a diversificação da economia e o fortalecimento da produção nacional são desafios prementes. O sector agrícola é visto como uma área estratégica para o país, fundamental para diminuir a dependência das importações e para impulsionar a actividade económica interna, contribuindo assim para a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável.
Fonte: OPaís — leia a notícia original.
Texto elaborado com apoio de inteligência artificial a partir de informação publicada por OPaís.
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